53 anos, professor e engenheiro do IFF (ex-CEFET) em Campos dos Goytacazes,RJ onde nasceu. Espaço para apresentar e debater questões e opiniões sobre o norte-fluminense e eventualmente sobre o país.
Segunda-feira, Maio 24, 2010
Elevando o ego dos historiadores
Em entrevista ao jornalista Guilherme Freitas em matéria de capa da edição deste sábado, do caderno "Prosa & Verso" no jornal O Globo, o historiador Tony Judt disse:
“Numa época de esquecimento instantâneo e falsa memória, o historiador se torna uma commodity rara e valiosa”.
Sobre o Brasil o historiador Tony Judt que sofre da doença degenerativa, esclerose lateral amiotrófica, diagnosticada em 2008 e que o deixou quadriplégico, vivendo e respirando com ajuda de aparelhos disse:
“Noto que o governo Lula colocou na agenda uma questão – qual deve ser o tamanho do Estado e com que fim? – que a maioria das culturas políticas hoje ignora. No plano internacional, penso que o Brasil foi muito perspicaz ao se aproveitar de uma mudança na hegemonia das potências do pós—Guerra, sem fazer muito barulho sobre seus direitos e reivindicações”.
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