53 anos, professor e engenheiro do IFF (ex-CEFET) em Campos dos Goytacazes,RJ onde nasceu.
Espaço para apresentar e debater questões e opiniões sobre o norte-fluminense e eventualmente sobre o país.
Quinta-feira, Abril 16, 2009
Portos e siderúrgica na região podem aproveitar demandas para exploração de novos campos
A informação é também da diretora da ANP Magda Chambriard.
Acho que já comentei aqui, náo sobre a participação no PAC, mas sobre o custeio de obras de infra-estrutura governamentais para fins privados.
Não sou absolutamente contra que o estado entre com algum investimento em infra-estrutura que seja consequente de demandas geradas por investimentos privados, mas, por outro lado, considero que isto deva ser bem planejado, porque com a escassez de verbas públicas, estas não devem ser priorizadas para faciltar ganhos e lucros dos empreendedores.
O ideal seria que a população e seus representantes pudessem discutir estas participações, porque senão é como você entrasse com a azeitona na empada que será digerida pelos outros.
O grupo EBX tem uma extensa pauta de pouco conhecimento público a ser cumprida por conta dos impactos sociais e ambientais na região, entre sles, alguns de infra-estrutura. Sendo assim, náo dá para aimaginar recursos públicos para financiar estas ações.
Este é um bom debate que na gênese passa pela discussão das famosas e sempre complexas PPPs (Parcerias Público Privadas).
2 comentários:
Roberto, qual é sua opinião sobre a demanda do Eike Batista de incluir a construção do porto do Açú no PAC?
Caro Gustavo,
Acho que já comentei aqui, náo sobre a participação no PAC, mas sobre o custeio de obras de infra-estrutura governamentais para fins privados.
Não sou absolutamente contra que o estado entre com algum investimento em infra-estrutura que seja consequente de demandas geradas por investimentos privados, mas, por outro lado, considero que isto deva ser bem planejado, porque com a escassez de verbas públicas, estas não devem ser priorizadas para faciltar ganhos e lucros dos empreendedores.
O ideal seria que a população e seus representantes pudessem discutir estas participações, porque senão é como você entrasse com a azeitona na empada que será digerida pelos outros.
O grupo EBX tem uma extensa pauta de pouco conhecimento público a ser cumprida por conta dos impactos sociais e ambientais na região, entre sles, alguns de infra-estrutura. Sendo assim, náo dá para aimaginar recursos públicos para financiar estas ações.
Este é um bom debate que na gênese passa pela discussão das famosas e sempre complexas PPPs (Parcerias Público Privadas).
Abs.
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